sábado, 30 de outubro de 2010

Vamos dançar?


Vamos dançar?
Hoje quero sonhar acordada contigo
Enlaçar-me nos teus braços e dançar essa canção com meu rosto no teu pescoço me embriagando com teu cheiro gostoso
Quero poder sentir o ritmo dessa música com meu corpo colado no teu
Essa música que é a nossa música
Que fala de amor e paixão
Que faz meu coração disparar
Que deixa um sentimento diferente no ar
Um convite para amar
Vamos dançar? (Kallyta Cristina)

domingo, 24 de outubro de 2010

Não sei...

Não sei se a vida é curta ou longa para nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe,
braço que envolve,
palavra que conforta,
silencio que respeita,
alegria que contagia,
lágrima que corre,
olhar que acaricia,
desejo que sacia,
amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar.
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
(Cora Coralina)

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Uma mulher carente


Sou uma mulher carente e cheia de mistérios
Cheia de desejos
Alguns eu te conto mais outros me envergonho
Mas não se assuste se qualquer dia desses eu chegar na  porta de sua casa lhe pedindo um pouco de carinho
Nem se eu disser baixinho no seu ouvido a vontade que sinto de você
 Pois o que eu quero é ser sua sem pudor, em uma grande aventura de prazer.
Onde seja só eu e você
Onde eu possa ficar nua de corpo e alma sem censura
E a cada minuto ficar mais sedenta do teu amor
Porque só contigo meu bem posso alcançar um mar de paixão
Só contigo meu bem encontro meu verdadeiro eu (Kallyta Cristina)

domingo, 17 de outubro de 2010

Musette - J.S. Bach

 
Johann Sebastian Bach nasceu em 21 de março de 1685e foi um organista e compositor Alemão do período barroco. Mestre na arte da fuga, contraponto e da música coral ele é um dos mais produtivos compositores da história da música ocidental.
As famosas musettes fazem parte do pequeno livro de Anna Magdalena Bach é o nome pelo qual é conhecida uma obra que consiste de dois cadernos manuscritos que o compositor barroco alemão Johann Sebastian Bach presenteou a segunda esposa Anna Magdalena. Música para piano (minuetos, rondós, polonaises, corais, sonatas, prelúdios, musettes, marchas, gavotas) compõe a maior parte de ambos os cadernos e umas poucas peças para voz (canções, and rias) também são incluídas.
Os dois cadernos são conhecidos pelas datas de suas páginas de título, 1722 e 1725. O título Pequeno livro de Anna Magdalena é usado geralmente para se referir ao último deles. A diferença primária entre duas coleções é que o caderno de 1722 contém apenas composições de Bach (incluindo a maioria das Suítes Francesas), enquanto que caderno de 1725 é uma compilação de músicas de Bach e outros compositores de período. Ele fornece um vislumbre quase sem paralelos, sobre a música doméstica no século XVII e o gosto musical da família Bach.

sábado, 16 de outubro de 2010

Ciúmes


Ah meu bem você sabe que sou louca por você
E por isso ñ consigo esconder todo meu ciúme
Não suporto a ideia que possas beijar outra mulher
E tenho que engolir todo esse fel que doe na minha alma
Não podes me culpar de te querer só pra mim
Foi você que me ensinou paixão
E com a paixão me veio o egoísmo, não posso te dividir
Perdoa essa menina que te quer tanto
Pois meu ciúme é só por gostar tanto de você !(Kallyta Cristina)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

A paixão é um jogo

A paixão é um jogo
Onde a vida nos oferece as cartas ou o tabuleiro
E eu também sei jogar
E nesse jogo quero trapacear
Roubar seu coração tirar você dela pra mim
Quero conquistar seu território
Ser sua rainha
Fazer de você meu escravo e maltratar-te de tanto amor e prazer (Kallyta Cristina)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Estrela kallyta...

O poema que ganhei do meu poeta Bruno!

Madrugada quente..mar aberto, ninguem por perto e una estrela entrou pela janela do mio quarto, me tocou com teu olhar de menina..estrela Kallyta..Iluminando a mia vita, espantou a solidão de ser insone..Estrela Cristina, Cristalina, coração de mulher, rosto de menina, agora posso dormir em paz...deitar em teu sorriso e amnhecer em teus olhos do Sol..Estrela Kallyta..vela mio sono, toma conta da mia vita! Volta amanhã e me faz brilhar..me leva contigo, caminha na areia e vira estrela do meu MAR. (Bruno)

sábado, 9 de outubro de 2010

Dom



Muitas pessoas têm dons, dons de todos os tipos
Tem aquelas pessoas que têm o dom de fazer o bem e outras de fazer o mal
Umas têm muitos outras apenas um
Mas você tem dois dons
Um de me conquistar todos os dias
O outro de me fazer chorar a cada palavra sua não dita!(Kallyta Cristina)

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Meu mundo sem você

O que seria do meu mundo sem você?
Seria um vácuo constante
Sentimentos sem alegria
Alma sem sonho
Seria navegar em um site vazio
Um mar sem praia
Rosa sem perfume
Sem você meu mundo é um céu sem estrelas
Sem você meu tempo para no tédio
Um livro sem letras
sem figuras
Uma arte sem emoção sem sentindo
Um filosofo sem a razão
Exatas sem lógica
Um músico sem o seu instrumento
Um poeta denotativo (Kallyta Cristina)

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Cora Coralina

Cora Coralina pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira.
Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.
Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.


 CORA CORALINA QUEM É VOCÊ?
Sou mulher como outra qualquer.
Venho do século passado
e trago comigo todas as idades.
Nasci numa rebaixa de serra
Entre serras e morros.
“Longe de todos os lugares”.
Numa cidade de onde levaram
o ouro e deixaram as pedras.
Junto a estas decorreram
a minha infância e adolescência.
Aos meus anseios respondiam
as escarpas agrestes.
E eu fechada dentro
da imensa serrania
que se azulava na distância
longínqua.
Numa ânsia de vida eu abria
O vôo nas asas impossíveis
do sonho.
Venho do século passado.
Pertenço a uma geração
ponte, entre a libertação
dos escravos e o trabalhador livre.
Entre a monarquia caída e a república
que se instalava.
Todo o ranço do passado era presente.
A brutalidade, a incompreensão, a ignorância, o carrancismo.
Os castigos corporais.
Nas casas. Nas escolas.
Nos quartéis e nas roças.
A criança não tinha vez,
Os adultos eram sádicos
aplicavam castigos humilhantes. 
Tive uma velha mestra que já
havia ensinado uma geração
antes da minha.
Os métodos de ensino eram
antiquados e aprendi as letras
em livros superados de que
ninguém mais fala.
Nunca os algarismos me
entraram no entendimento.
De certo pela pobreza que marcaria
Para sempre minha vida.
Precisei pouco dos números.
Sendo eu mais doméstica do
que intelectual,
não escrevo jamais de forma
consciente e racionada, e sim
impelida por um impulso incontrolável.
Sendo assim, tenho a
consciência de ser autêntica.
Nasci para escrever, mas, o meio,
o tempo, as criaturas e fatores
outros, contra-marcaram minha vida.
Sou mais doceira e cozinheira
Do que escritora, sendo a culinária
a mais nobre de todas as Artes:
objetiva, concreta, jamais abstrata
a que está ligada à vida e
à saúde humana.
Nunca recebi estímulos familiares para ser literata.
Sempre houve na família, senão uma
hostilidade, pelo menos uma reserva determinada
a essa minha tendência inata.
Talvez, por tudo isso e muito mais,
sinta dentro de mim, no fundo dos meus
reservatórios secretos, um vago desejo de analfabetismo.
Sobrevivi, me recompondo aos
bocados, à dura compreensão dos
rígidos preconceitos do passado.
Preconceitos de classe.
Preconceitos de cor e de família.
Preconceitos econômicos.
Férreos preconceitos sociais.
A escola da vida me suplementou
as deficiências da escola primária
que outras o destino não me deu. 
Foi assim que cheguei a este livro
Sem referências a mencionar.
Nenhum primeiro prêmio.
Nenhum segundo lugar.
Nem Menção Honrosa.
Nenhuma Láurea.
Apenas a autenticidade da minha
poesia arrancada aos pedaços
do fundo da minha sensibilidade,
e este anseio:
procuro superar todos os dias
Minha própria personalidade
renovada,
despedaçando dentro de mim
tudo que é velho e morto.
Luta, a palavra vibrante
que levanta os fracos
e determina os fortes.
Quem sentirá a Vida
destas páginas...
Gerações que hão de vir
de gerações que vão nascer.
(Meu Livro de Cordel, p.73 -76, 8°ed, 1998) 

mais que uma poetisa um exemplo de mulher!

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina
http://www.paralerepensar.com.br/coracoralina.htm

domingo, 3 de outubro de 2010

Ultimamente

Ultimamente minha vida tem sido assim
Todas as noites vejo seu sorriso antes de dormi
Sinto sua presença no meu quarto
Sua voz me chamando para dançar
Mas é só ilusão
Desespero-me ao ver que perto de mim você jamais esteve
Somente em meus sonhos posso te ter
No meu céu chove estrelas
Mas a única coisa que me atrai é você
Meus planos? Você esta em todos eles
Não posso imaginar meus dias sem a tua imagem
Mesmo tudo sendo tão falso
Sinto-me viva de certa forma
Suas palavras me dão esperança
Falar com você me faz tão bem
Gosto de morango me lembra você
E a cada dia o que você mais me ensina é te querer( Kallyta Cristina)